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sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

"DUAS MULHERES, DOIS DESTINOS"

Mais uma excelente história à semelhança do que a autora já nos habituou nas anteriores obras que escreveu.
Como sempre as personagens principais da história são mulheres fortes e de coragem, neste caso Ruby e Verity, cujas vidas se cruzam ainda na adolescência, sendo que vêm de meios completamente diferentes e de distintas classes sociais: enquanto Verity vive uma vida desafogada na alta sociedade, Ruby passa dificuldades e por vezes tem que roubar para poder sobreviver.
Mas o destino fará com que a certa altura os papéis se invertam, com a agravante de uma zanga entre as amigas, que as fará ter um longo tempo de afastamento.
O reencontro das duas e as circunstâncias que levam ao mesmo são tocantes e conseguem emocionar até o coração mais duro.
Conseguirá uma amizade verdadeira sobreviver às agruras da vida e às maleitas de um país em guerra?
Leitura recomendada!!!

Na primavera de 1935, em Londres, duas jovens observam enquanto a polícia retira o cadáver de um homem de um lago. Elas vêm de mundos completamente diferentes. Ruby é filha de uma prostituta alcoólica e só conhece a pobreza e o abandono. Verity, de boas famílias, vive com todo o conforto que o privilégio garante. Mas, nesse dia, começa entre ambas uma amizade que perdurará ao longo do tempo. 
O destino, porém, não tardará a mostrar quão traiçoeiro pode ser: ao passo que Ruby encontra, por fim, um lar onde é amada e acarinhada, Verity sofre revés atrás de revés, e um terrível segredo do passado ameaça destruí-la. A Grã-Bretanha prepara-se para a guerra, a conjuntura é turbulenta. Apesar disso, ambas continuam presentes na vida uma da outra… até ao dia em que uma delas profere as palavras: "Morreste para mim".
Num país dilacerado pela guerra, poderá a amizade sobreviver?
Duas Mulheres, Dois Destinos é um romance épico que nos fala de lealdade, amor, e da força dos laços de amizade perante as mais duras adversidades. Como sempre, Lesley Pearse não desilude…
Notas sobre a autora:
Uma das escritoras preferidas do público português, Lesley Pearse é autora de uma vasta obra já traduzida para mais de trinta línguas, tendo vendido cerca de três milhões de exemplares. A própria vida da escritora é uma grande fonte de material para os seus romances, quer esteja a escrever sobre a dor do primeiro amor, crianças indesejadas e maltratadas, adopção, rejeição, pobreza ou vingança, uma vez que conheceu tudo isto em primeira mão. Ela é uma lutadora, e a estabilidade e sucesso que atingiu na sua vida deve-os à escrita. Com o apoio da editora Penguin, criou o Women of Courage Award para distinguir mulheres comuns dotadas de uma coragem extraordinária. Para além de Segue o Coração. Nunca Olhes para Trás, na ASA estão já publicados com grande sucesso os seus romances Nunca Me Esqueças e Procuro-te.

MINI-PIZZAS DE BERINGELA

Para quem gosta de comer pizza e não quer estar com a preocupação de ver subir os ponteiros da balança, ou para evitar estar a preparar a massa da pizza com antecedência, aqui fica uma receita muito prática e rápida de preparar, usando como base fatias de beringela.
Claro que não fica igual às pizzas tradicionais, com a massa "carregada" de glúten, mas é uma boa opção para consumir legumes (neste caso a beringela) e de servir um petisco diferente.
Comidas quentes são uma delícia, mas de um dia para o outro também ficam boas, nem havendo necessidade de aquecer para as voltar a consumir...
Cortar uma beringela em fatias com cerca de 0,5cm de espessura.
Preparar uma receita de carne à bolonhesa à vossa escolha (como se fosse para fazer esparguete à bolonhesa). Colocar as rodelas de beringela num tabuleiro de forno forrado com papel vegetal sem as sobrepor.
Por cima das rodelas de beringela colocar um pouco de queijo ralado, cobrir com o recheio de carne à bolonhesa e voltar a polvilhar com queijo ralado e oregãos.
Levar ao forno pré-aquecido a 180º e deixar cozinhar cerca de 15 minutos, até que fiquem gratinadas.
Servir com uma boa salada como acompanhamento.
Quem disse que no regime Paleo não se pode comer pizza???

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

"O ANJO DA MORTE"

Cada vez estou mais apaixonada pela escrita deste autor, pois deixa-me fascinada com o seu poder imaginativo e com as voltas e reviravoltas que consegue dar ao rumo da história.
Começamos com a vida de Helen Grace no seio de uma prisão do pior que pode haver, condenada e encarcerada por crimes que não cometeu, sendo alvo de represálias e maus tratos por parte das outras reclusas... o ambiente no interior da prisão está muito bem descrito.
Aparecem reclusas mortas e mutiladas no interior das suas próprias celas, o que numa prisão de alta segurança leva a que todos os indícios apontem para algum dos guardas prisionais... mas será? E que motivação tem alguém para matar, de forma aparentemente serena, e depois mutilar as suas vítimas?
Uma vez mais vivemos lado a lado com Helen Grace e acompanhamos as suas investigações, sendo que o resultado final foi deveras surpreendente!!!
UMA CELA FECHADA.
UM CORPO ESCRUPULOSAMENTE MUTILADO
JAZ NO SEU INTERIOR…
Helen Grace, até aqui considerada a melhor detetive do país, é acusada de homicídio e aguarda julgamento na prisão de Holloway. Odiada pelas restantes prisioneiras e maltratada pelos guardas, Helen tem de enfrentar sozinha este pesadelo. Tudo o que deseja é conseguir provar a sua inocência. Mas, quando um corpo aparece diligentemente mutilado numa cela fechada, essa revela ser, afinal, a menor das suas preocupações.
Os macabros crimes sucedem-se em Holloway e o perigo espreita em cada cela ou corredor sombrio. Helen não pode fugir nem esconder-se por atrás do distintivo. 
Precisa agora de ser rápida a encontrar o implacável serial killer… se não quiser tornar-se a sua próxima vítima.
Notas sobre o autor:
M. J. Arlidge trabalha em televisão há 15 anos, tendo-se especializado em produções dramáticas de alta qualidade.
Nos últimos 5 anos produziu um grande número de séries criminais passadas em horário nobre na ITV, rede de televisão do Reino Unido.
Encontra-se presentemente a escrever uma série policial para a BBC, além de estar a criar novas séries para canais de televisão britânicos e americanos.

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

"AS JÓIAS DO SOL"

Livro bonito de Nora Roberts, em que somos transportados às paisagens da Irlanda e à mudança de vida que Jude tomou coragem para fazer, deixando para trás Chicago e viajando para as origens da sua família, onde conheceu novas pessoas e voltou a descobrir o amor.
A história é bonita e cheia de momentos divertidos, com um pouco de fantasia à mistura, já que somos guiados para um mundo paralelo de histórias de fadas e fantasmas.
As novas amigas que Jude faz e os irmãos Aidan e Shaw proporcionam momentos muito cómicos durante a leitura.
Depois de um casamento falhado e de uma carreira desapontante como professora de Psicologia, a jovem Jude Murray sente-se no limiar de um esgotamento nervoso. Numa fuga desesperada para a frente, decide abandonar Chicago e instalar-se durante alguns meses no chalé abandonado da sua bisavó, na distante e mágica vila de Ardmore, na Irlanda.
E cedo se apercebe de que a sua vida nunca mais irá ser a mesma. As pessoas, as paisagens e as histórias antigas da Irlanda atraem-na de uma maneira que não consegue compreender. A sua timidez e reserva naturais diluem-se e Jude acredita que finalmente encontrou a paz e, mais importante, que se pode encontrar a si mesma.
Mas há mais para encontrar: o amor de Aidan Gallagher, o fascinante, charmoso e divertido dono do pub local. E, com a ajuda dele, os segredos mais antigos de uma terra onde a magia ainda não morreu.
Notas sobre a autora:
Nora Roberts é considerada um verdadeiro fenómeno editorial. Desde o dia em que começou a escrever histórias a lápis, o sucesso nunca mais a largou. Muitos dos seus mais de 150 livros foram já adaptados ao cinema e estão traduzidos em cerca de 26 idiomas. 
Com mais de 250 milhões de cópias dos seus livros impressas e mais de 100 livros na lista do New York Times até à data, Nora Roberts é indiscutivelmente a escritora de ficção feminina mais célebre e amada dos dias de hoje.

sábado, 25 de novembro de 2017

"O ESTILETE ASSASSINO"

Gosto da escrita de Ken Follett mas confesso que não sou grande fã de histórias do tempo da guerra e da época do Hitler, por isso este livro só me começou a prender a atenção a partir de meio...
Gostei da "heroína" da história e de todo o seu empenho e coragem na parte final do livro... e fiquei fascinada pela frieza e inteligência do agente secreto/espião "Die Nadel".
Os pormenores da época Hitleriana poderiam estar mais bem descritos, mas como já referi, não é das minhas leituras predilectas, logo talvez por isso a minha opinião não seja a mais favorável...
Um agente secreto de Hitler, um assassino frio e profissional com o nome de código «Agulha», vê-se envolvido na manobra de diversão dos aliados que antecede o desembarque militar em França. Estamos em 1944, a semanas do Dia D. 
O Estilete Assassino é um arrebatador best-seller internacional em que o destino da guerra assenta nas mãos de um espião, do seu adversário e de uma mulher corajosa.
Notas sobre o autor:
Ken Follett nasceu a 5 de Junho de 1949, em Cardiff, no País de Gales, e licenciou-se em Filosofia no University College, em Londres. Começou a sua carreira como jornalista no South Wales Echo e, mais tarde, no London Evening News. Trocou a profissão de jornalista pela de editor e continuou a escrever no tempo livre. A sua primeira obra foi publicada em 1978 sob o título Eye of the Needle, um thriller que venceu o Edgar Award e deu origem a um filme. Vive em Londres com a mulher, a deputada Barbara Follett, e os seus dois Labrador retrievers. Tem estado associado a diversas associações para a promoção da literacia e da leitura; é membro da Welsh Academy e Fellow da Royal Society of Arts. Follett é um grande apreciador de Shakespeare e um músico amador.

"A CASA DE CHARLES STREET"

Mais uma leitura fácil, fluída e agradável, ao estilo que Danielle Steel já nos habituou...
A história gira em torno de uma mulher que, devido a um divórcio e dificuldades financeiras, vê-se obrigada a alugar parte da sua casa para poder subsistir e desta forma, de um momento para o outro, a sua vida é invadida por pessoas completamente desconhecidas, que a surpreendem e fazem descobrir novos prazeres e novos mundos.
É certo que não podemos escolher a família de sangue, mas podemos sempre escolher a família do coração, e por vezes certas amizades, no momento certo das nossas vidas, podem mudar completamente o rumo da nossa história...
A canalização estava gasta; o mobiliário era em segunda mão. E cada centímetro quadrado da casa estava a ser restaurado - apesar do desmoronamento de uma ligação amorosa. Francesca Thayer está desesperada. Proprietária de uma galeria de arte em dificuldades e única titular da hipoteca do nº 44 de Charles Street, em Greenwich Village, Francesca toma uma decisão inimaginável. Publica um anúncio para hóspedes. E a sua casa transforma-se num mundo totalmente novo.
Em breve, a galeria de arte começa a equilibrar-se, Todd troca-a por outra mulher, e Francesca descobre que os seus hóspedes acidentais são agora as pessoas mais importantes da sua vida.
Por fim, Francesca considera o que antes lhe parecia impossível: abrir mais uma vez o seu coração. Ao longo de um ano assombroso, a casa de Charles Street enche-se de risos, de desgostos e, sempre, de esperança.
Notas sobre a autora:
Danielle Steel nasceu em Nova Iorque em 1949. Passou parte da sua infância em França, e, regressada aos Estados Unidos, estudou Literatura Francesa e Italiana na Universidade de Nova Iorque. Tem sido aclamada como uma das autoras mais populares a nível mundial, traduzida em 28 línguas e publicada em 47 países, com mais de 590 milhões de livros vendidos.
Os seus bestsellers internacionais incluem Mistérios do SulAssuntos do CoraçãoUm Dia de Cada VezGrande Mulher, entre outros títulos.

terça-feira, 14 de novembro de 2017

PÃO SHREK

Nos dias em que tens vontade de comer pão ao pequeno-almoço ou à refeição, estes pães low-carb são sempre uma excelente opção.
Aproveitei o facto de ter espinafres na horta (do mais biológico que há) e preparei um pão diferente, que ficou uma delícia.
Foi usado ao lanche, com queijo, mas aqui vos deixo a dica que dá um óptimo pão de hamburguer, quando quiserem fazer um dia de "fast-food" paleo em casa.
2 ovos tamanho M
2 colheres de sopa de farinha de coco
2 colheres de sopa de linhaça moída (usei castanha mas podem usar dourada)
1 mão cheia de folhas de espinafres frescos
1 colher de sopa de quark
1 colher de café de fermento
sal e sementes a gosto

Triturar todos os ingredientes, de modo a obter uma massa consistente e moldável.
Moldar 2 ou 3 pãezinhos em formato redondo, polvilhar o topo com sementes a gosto e levar ao forno, pré-aquecido a 180º, durante 15 minutos.
Depois de frios podem ser congelados.

sábado, 11 de novembro de 2017

"A MALDIÇÃO DO CORVO NEGRO"

A minha estreia com esta autora e sinceramente não fiquei impressionada nem fã da sua escrita.
Uma história que tinha tudo para dar um bom livro mas, no meu entender, há muita "palha" pelo meio, o que nos faz estar a "mastigar" a história, e foi com grande esforço que cheguei ao final...
Uma comunidade pequena, em que toda a gente se conhece, é de repente assolada pela descoberta do corpo de uma jovem estrangulada até à morte e deixada ao abandono na neve.
Num meio pequeno é sempre fácil atribuir culpas a quem menos hipóteses tem de se defender, logo Magnus Tait, um orfão solitário e algo retardado, é a pessoa ideal para apontar como culpado do crime, sendo que a maior parte das pistas conduzem à sua condenação.
Mas será que mesmo vivendo numa terra pequena conhecemos bem quem nos rodeia? Ou poderemos vir a ser apanhados de surpresa com os segredos de quem pensamos conhecer bem?
Como já disse a história é boa, o final é igualmente bom... o desenvolvimento da acção é que se tornou muito chato.

Numa fria manhã de Janeiro, as ilhas Shetland jazem sob um espesso manto de neve. A caminho de casa, os olhos de Fran Hunter são atraídos por uma mancha de cor viva no meio da brancura, sobre a qual paira um bando de corvos. Trata-se do cadáver estrangulado de Catherine Ross, a sua vizinha adolescente. Enquanto Fran abre a boca para gritar de horror, os corvos continuam a sua dança macabra… Os habitantes da pequena e tranquila ilha focam imediatamente as suas suspeitas num homem - o solitário e retardado Magnus Tait. Mas quando a polícia insiste em investigar mais a fundo, o véu da suspeita ergue-se sobre toda a comunidade. Pela primeira vez em muitos anos, os vizinhos de Catherine fecham nervosamente as portas à chave, enquanto um assassino vive no meio deles. A Maldição do Corvo Negro é um romance policial inesquecível e magnificamente concebido e consolida a reputação de Ann Cleeves como uma das mais importantes novas vozes no policial de ambiente psicológico. A Maldição do Corvo Negro é o primeiro livro de uma tetralogia, "O Quarteto das Shetland", todo passado nas Ilhas Shetland e que tem o detective Jimmy Perez como protagonista.
Ao longo destes quatro livros, o detective vai mantendo uma relação amorosa com Fran Hunter, uma pintora, mãe solteira de uma adolescente, que conhece justamente neste primeiro livro e o irá acompanhar ao longo dos próximos três casos de polícia passados neste sítio calmo e pacatíssimo, onde parece que nada de mal pode acontecer.
Policial clássico - com a estrutura típica do descobrir "quem é o culpado" dentro de uma comunidade fechada - mas com uma linguagem narrativa actual e que se lê de um fôlego, Ann Cleeves tem sido comparada a Barbara Vine e a Agatha Christie, pelo enredo clássico e a trama psicológica densa e tensa.
Notas sobre a autora:
Ann Cleves cresceu no campo inglês, primeiro em Herefordshire e depois em North Devon. Antes de se dedicar à escrita, trabalhou como oficial de liberdade condicional, auxiliar da Guarda Costeira e assistente social. Actualmente promove a leitura no Harrogate Crime- -Writing Festival, como leitor residente e é também membro do «Murder Squad», trabalhando com outros autores do Norte para promover a escrita de romances policiais. A Maldição do Corvo Negro, o seu décimo nono livro, foi eleito o melhor romance policial de 2006 pela Associação Inglesa de Escritores de Policiais.